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5 tendência para o Marketing Digital em 2017

5 tendência para o Marketing Digital em 2017

 

Com o início de mais um ano surgem novas tendências para várias áreas, entre elas a área do marketing digital. Confira abaixo as 5 principais:

 

  1. MARKETING A SERVIÇO DE BOAS AÇÕES

 

Segundo um relatório do Trendwatching a crise na América Latina faz com que os consumidores fiquem cada vez mais criteriosos em relação às marcas e exigem que as empresas se posicionem para ajudar a combater os problemas do período. Landing Pages que estimulam doações ao final da compra em sites de e-commerce, campanhas publicitárias em favor da igualdade, aumento na transparência dos negócios são algumas das ações que começam a despontar este ano e são grandes tendências de mercado para o próximo.

 

  1. PREDOMINÂNCIA DO MOBILE

 

O uso de internet através dos dispositivos Mobile já ultrapassou o desktop há algum tempo, mudando inclusive os critérios de ranqueamento de sites nos mecanismos de busca. A tendência de mercado para 2017 é a inclusão definitiva desses dispositivos nas estratégias de comunicação das empresas digitais. Quem pretende trabalhar com produtos digitais  no próximo ano deve, obrigatoriamente, criar formatos que possam ser acessados através de smartphones e tablets.

 

  1. A VEZ DOS WEARABLES

 

Dispositivos wearables ganham novas funções a cada lançamento, e 2017 promete ser o ano da tecnologia para vestir. Empresas digitais que criem aplicativos para dispositivos como os smartwatches, pulseiras e óculos inteligentes saem na frente e têm a possibilidade de atender a um público premium de maneira mais fácil.

 

  1. CONTENT REMARKETING

 

O conceito de remarketing, usado em anúncios de e-commerces para estimular o retorno de um cliente para realizar uma compra que abandonou, vai ser uma das principais tendências de mercado para o marketing de conteúdo. Entre as principais vantagens desta tática de marketing estão o aumento na conversão de leads e aproximação com o cliente. As estratégias para o remarketing de conteúdo são muito parecidas com a do remarketing tradicional, mas em vez de levar o usuário de volta a uma página de compras, os anúncios devem direcionar o usuário para os melhores conteúdos do seu site, como posts, e-books e outros materiais ricos visando reconquistar o lead.

 

  1. SOLUÇÕES DE COMPRA MULTICANAL

 

Com a popularização do mobile, as soluções de integração entre os diversos canais de contato com as empresas se tornaram essenciais para trazer e fidelizar clientes. É preciso que o usuário do site possa transitar confortavelmente entre a loja física e o APP da marca sem ter problemas de comunicação entre uma plataforma e outra.Por isso muitas marcas buscam fazer essa integração entre as mídias usando os programas de fidelidade.

 

Este ano a tendência é a sincronia total entre os meios. A fidelidade será recompensada através de diversos canais. Interagir na fanpage do Facebook, fazer compras, ou passar por locais determinados gerarão pontos e vantagens para o cliente cadastrado no programa de fidelidade, estimulando o retorno à marca.

 

Fonte: Ignição Digital

 

 

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Integrando CRM a sua estratégia de Inbound Marketing

Integrando CRM a sua estratégia de Inbound Marketing

 

Ao longo dos últimos anos pudemos observar uma modernização em todos os segmentos de mercado. Tecnologias sendo desenvolvidas para solucionar problemas que antes não existiam, mas que hoje são determinantes para a sobrevivência de qualquer negócio. Na área de vendas, por exemplo, as extensas e confusas planilhas foram substituídas por avançados sistemas de CRM.

Para empresas comprometidas, hoje é impossível imaginar um processo de vendas eficiente sem uma gestão madura de relacionamento com o cliente.

Outro setor que evoluiu bastante para adaptar-se ao avanço tecnológico foi o marketing.

Antes era comum produzir anúncios e esperar os clientes aparecerem, hoje o processo não é tão simples. Para atrair leads de qualidade é preciso encantar o cliente, criar uma narrativa envolvente e entregar conteúdo de qualidade.

Os desafios modernos não estão apenas na adaptação, é necessário criar uma integração entre cada uma das etapas. Se o argumento do marketing não for compatível com a abordagem comercial, todo investimento realizado em ambos os lados poderá se perder.

Quando um cliente encantado pelo marketing encontra um processo de vendas ineficiente, a frustração pode custar toda confiança que já foi estabelecida.

Do outro lado, sem um marketing eficiente, novos clientes dificilmente chegarão ao funil de vendas.

Mas como fazer uma integração eficiente entre estes dois importantes braços da empresa?

 

Porque Inbound?

Com a popularização da internet, das mídias sociais e a facilidade de alcançar pessoas, empresas começaram uma disputa acirrada pela atenção de possíveis clientes.

Mas se todas as empresas são capazes alcançar todo mundo, como é possível se destacar? Como é possível furar o ruído e fechar uma comunicação com um cliente em potencial?

A resposta para estas questões é dada pelo Inbound Marketing.

Ao invés de causar incômodo pela interrupção, o Inbound atrai cliente através de conteúdos de qualidade, conquistando seu foco voluntário ao mesmo tempo que educa e encaminha a venda.

O resultado é a captação de mais clientes, com mais qualidade e maior potencial de conversão.

Podemos resumir o processo da seguinte forma:

  • Atrair o cliente com conteúdo de qualidade (posts em blogs, podcasts, ebooks);

  • Converter as leads por meio do conteúdo produzido, garantindo que o cliente já entenda o conceito do produto;

  • Realizar o fechamento da venda, a parte mais esperada do fluxo;

  • E ao invés de abandonar o cliente após a conclusão da venda, inicia-se o importante processo de encantamento, mantendo a qualidade do conteúdo gerado e ajudando o cliente a alcançar o sucesso desejado com o produto.

Entendendo o papel do CRM

A introdução de uma tecnologia para gestão de relacionamento deve influenciar toda a cultura da empresa. Não é apenas um novo software de gestão comercial, adotar um CRM significa que todo foco da empresa será direcionado ao cliente.

Um CRM é eficiente quando a empresa consegue entender exatamente quem é o cliente, quais são suas necessidades reais, a melhor forma de atendê-lo e entregar o valor desejado.

Toda essa capacidade de centralizar e cruzar dados sobre o cliente é crucial para o papel do Inbound Marketing.

Essas informações são muito importantes para enriquecer as personas e tornar a estratégia do marketing ainda mais eficiente. Ao invés de buscar qualquer cliente, o Inbound acredita que é importante focar no público certo, otimizando recursos e aumentando a eficácia.

Quando integramos o CRM à estratégia de Inbound Marketing, a lead que chega ao sistema é considerada como uma Marketing Qualified Lead.

Não se trata apenas de um cliente em potencial, mas alguém instruído, que compreende a proposta de negócio e possui suas expectativas alinhadas. O ideal é que o próprio time de marketing seja responsável por inserir as leads no sistema, garantindo que nenhum detalhe fique de fora.

Ainda como parte dessa estratégia, é essencial que o time de vendas tenha conhecimento de quando a lead entrou no fluxo do marketing, quais conteúdos fizeram parte dessa jornada e exatamente em qual ponto a lead a conversão aconteceu.

Todos esses detalhes ajudarão num primeiro contato, aumentando em muito as chances de converter a lead em cliente.

Mas o trabalho da equipe de marketing não termina quando um cliente chega ao fluxo de vendas, toda informação nova que for adicionada ao CRM influenciará na construção de um discurso mais preciso que futuramente será utilizado na estratégia de Inbound.

Se o que acontece no CRM é importante para a construção do conteúdo utilizado pelo marketing, o caminho inverso é igualmente valioso.

É preciso que a equipe de vendas seja abastecida com os materiais fornecidos pelo marketing, familiarizando-se o discurso utilizado e dando continuidade à comunicação construída pelo inbound.

O que esperar dessa integração?

Os clientes são capazes de sentir a falta de sincronia entre duas áreas. Quando o argumento que conquistou o cliente não é concretizado na hora do contato, esse choque transforma-se em frustração.

As diversas áreas de uma empresa tendem a se enxergar como partes separadas e, quando atuam fora de sincronia, o resultado é uma série de erros que acabam danificando a credibilidade da empresa, muitas vezes custando até a conversão do cliente.

Áreas como Vendas, Marketing e Customer Success devem se manter integradas e compartilhando informações, garantindo que a comunicação inicial seja direcionada ao perfil do cliente e que essa comunicação seja mantida em todas as fases do processo.

Não apenas isso, com tantos dados precisos sobre os clientes e as fases da venda, conseguimos realizar análises cada vez mais ricas.

É possível saber exatamente o número de leads que foram geradas, quais delas evoluíram até o funil de vendas, os motivos que causaram perdas, quais os materiais mais efetivos e várias outras informações vitais para melhorar e realinhar a estratégia do negócio.


Fonte: Marketing de Conteúdo

 

 

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Formatos de imagem: o que são e para que serve cada tipo

Formatos de imagem: o que são e para que serve cada tipo

As imagens são os conteúdos mais divulgados nas redes sociais (72,4%) e os que mais geram engajamento (40,8%), segundo a pesquisa Social Media Trends 2017. Ou seja, mais cedo ou mais tarde, vai surgir a necessidade de criar imagens para suprir sua estratégia de Marketing Digital.

Nesse momento que nos deparamos com diversas siglas esquisitas que aparentemente não fazem o menor sentido, mas fazem! Esses são os formatos de imagem. Na verdade, as siglas são as extensões correspondente aos formatos.

Mas antes de conhecer cada sigla é preciso entender os tipos de imagem existentes e a principal diferença entre eles.

 

TIPOS DE IMAGEM

 

Existem 2 tipos de imagem: bitmap e vetor. E as diferenças existentes entre eles são muito importantes pois elas afetam diretamente a forma como são utilizadas.

 

Bitmap:

É o tipo mais comum de imagem. É uma imagem rasterizada, ou em tradução literal, um “mapa de pontos”. Isso quer dizer que uma imagem bitmap é formada por pontos minúsculos, que chamamos de pixels. Cada pixel tem uma cor designada através de coordenadas X e Y e quando posicionados juntos em uma malha formam a imagem.

 

Vetor:

São imagens que se baseiam em polígonos formados por pontos. Estes pontos são interpretados pelo computador levando em conta as suas distâncias. Sendo assim, os vetores são infinitamente escaláveis. Você pode aumentar um vetor o quanto quiser pois não há perda de resolução no processo.

 

Agora que sabemos a diferença básica entre os tipos de imagem, podemos conhecer os diferentes formatos.

 

FORMATOS DE IMAGEM:

 

BMP:

O significado desta sigla é, literalmente, bitmap. Na década de 90 encontrava-se muitas imagens com a extensão “.BMP” na internet. O problema é que as taxas de compressão dos arquivos BMP são muito baixas, o que faz com que os arquivos fiquem muito pesados (para que a imagem não perca resolução).

Sendo assim, não recomendamos o uso deste formato.

 

TIFF:

Também pode ser encontrado como apenas TIF, este formato de imagem é muito utilizado para arquivos que vão ser impressos. Por ser um formato muito versátil (mantém a resolução, possibilita com páginas e camadas, etc), é também um formato bastante pesado.

Não indicado para o uso digital.

 

JPEG:

Ou apenas JPG, esse é o mais famoso dos formatos utilizados digitalmente. Sua taxa de compressão ajustável e através dessa possibilidade, você pode equilibrar qualidade/tamanho da imagem. Ainda assim, mesmo no mínimo de compressão mínima, o tamanho do arquivo não fica tão grande (se for uma imagem pequena, que é o ideal para a internet).

São altamente recomendadas para os meios digitais, porém não possuem o canal alpha (transparência).

 

GIF:

A sigla significa Graphics Interchange Format (formato para intercâmbio de gráficos) e, a princípio, foi o primeiro formato de imagens com alta taxa de compressão (reduzindo sensivelmente o tamanho das imagens e possibilitando um download mais rápido).

Popularizou-se por possuir a tecnologia interlaced, que possibilita que a imagem seja carregada gradualmente. Sendo assim, o usuário poderia interromper o carregamento tendo apenas parte da imagem carregada Outro fator que encorajou muito o uso dos GIFs nos primórdios da internet foi a possibilidade de se ter imagens com o fundo transparente (canal alpha) e também por poder ser uma mídia não estática.

Os GIFs possuem uma limitação de cores: apenas 256 cores. Isso faz com que imagens muito complexas percam muitos detalhes. Nos dias de hoje, GIFs são praticamente um sinônimo para animações. Este formato possibilita que diversas imagens sejam exibidas em sequência, gerando um clipe sem áudio.

 

PNG:

Podemos considerar o PNG um “GIF 2.0”. Embora ele não suporte animações, podemos observar algumas vantagens:

  • Maior variação de cores (GIFs suportam apenas 256 cores)

  • Também possui o canal alpha adicional, possibilitando inclusive variações de opacidade o que evita imagens serrilhadas e expande as possibilidades de aplicação da imagem.

  • Algoritmo de compactação muito eficiente, permite que as imagens possuem altíssima qualidade e tamanho razoável para os padrões atuais da internet.

É o formato mais indicado para as redes sociais!

 

PDF:

A sigla significa Portable Document Format (arquivo de documento portátil) e foi criado pela Adobe em 1993.

Havia a necessidade de um tipo de arquivo universal, que funcionasse independentemente do software, do sistema operacional, de sua resolução e tamanho. PDFs são muito versáteis pois podem armazenar bitmaps, vetores, textos, podem ter diversas páginas, entre outras inúmeras funções.

 

Recomenda-se o uso de PDFs nas seguintes situações:

  • Arquivos para impressão

  • Manuais de marca (arquivo onde contam o seu logo e todas as explicações e considerações sobre o mesmo)

  • E-books

 

EPS:

Significa Encapsulated PostScript. Também foi desenvolvido pela Adobe, mas foi posteriormente substituído pelo PDF.

Recomendamos o seu uso apenas para armazenar gráficos vetoriais com cores sólidas (sem gradientes). Na dúvida, use PDF.

 

SVG:

A sigla significa Scalable Vector Graphics. Formato livre (sem vínculos com qualquer empresa), o SVG é um formato vetorial que pode ser reconhecido pela maior parte dos navegadores web modernos. Sendo assim, você pode usar esse formato no seu website, blog etc.

Outra função interessante do SVG é que ele pode ser animado através de programação em HTML 5.0. Este formato tem se popularizado de forma rápido por seu tamanho ínfimo e a sua escalabilidade infinita.

Recomendamos o uso deste formato em casos onde você esteja trabalhando com o logo da sua empresa, ícones dentro de um site e animações em HTML5.0.

Redes sociais ainda não suportam o upload deste formato.

 

CANAL ALPHA. O que é?

As imagens possuem 3 canais de cores: Vermelho ( R), Verde (G) e Azul (B). Essas são as “cores da luz” que os nossos olhos identificam.

As telas dos computadores emitem essas 3 cores, e através da fusão delas as demais cores também são emitidas. Porém existe um canal extra, que como mencionamos, não é suportado por todos os formatos de imagem: o canal alpha.

Ele nada mais é do que um quarto canal onde temos transparência, ou seja, a ausência (ou opacidade) de cor. Isso possibilita o uso de uma imagem em cima de outra, sem que haja um retângulo em volta da imagem.

 

Antes de utilizar um formato de imagem, avalie o uso dela e escolha o formato mais adequado ;)

 

Fonte: Marketing de Conteúdo

 

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